Criativos do Marketing

Pesquisa mercadológica – investigação a serviço do sucesso!

15/11/2009 · Deixe um comentário

Olá pessoal! Desculpem a demora de 1 semana para postar mais informações mas o mestrado este mês está sendo pesado demais para minha pessoa. Alinhando isso ao fato de fim do ano ser sempre uma correria no trabalho, tá bem complicado sobrar tempo para escrever. Mas como não esqueço de vocês, vamos ao que interessa:

Pesquisa mercadológica: para que serve? Quem usa? Quem se beneficia? É fácil fazer? Como fazer?

São várias as perguntas de pessoas que entram em contato comigo a respeito do assunto, por isso vamos abordá-lo de forma simples e direta, se preciso, em mais de um post.

Se pararmos para analisar nosso dia a dia, realizamos pesquisas durante várias horas. Podemos pesquisar informações em um jornal on-line, vagas de emprego em um jornal impresso, escolher o melhor jornal para assistir na hora do almoço ou ainda pesquisar qual balada será a melhor na sexta feira. Fazemos pesquisa formal e informalmente, sendo a maneira informal a mais comum no nosso dia a dia.

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Se analisarmos a pesquisa mercadológica, a mesma possui algumas características muito importantes como a utilização de fatos reais e dados verificáveis, além de ser falível e por isso chegar a resultados quase exatos.

Na maioria das vezes, não temos como afirmar 100% de certeza em uma pesquisa mercadológica. Alguém arrisca dizer o por que?

Através da pesquisa mercadológica podemos obter uma série de informações importantes sobre o mercado, informações estas que podem auxiliar a “visualizar” um certo ambiente e também auxiliar na tomada de decisões por parte da gerência nas organizações. Vale dizer aqui que a pesquisa mercadológica pode ser realizada por pequenas, médias e grandes empresas, além de existir a possibilidade de se contratar empresas especializadas na realização de pesquisas.

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Sabemos que informação nos dias de hoje vale muito dinheiro e as empresas que não possuem informações sobre o mercado como um todo e seus componentes (mão de obra, matérias primas, consumidores, fornecedores, produtos concorrentes, etc…) podem estar correndo sério risco de estarem navegando rumo à incerteza. Uma empresa que não conhece onde está pisando pode ter desempenho menor que os concorrentes, sendo aos poucos excluída do mercado…

Transformar informação em conhecimento é um dos grandes desafios das empresas, e muitas das decisões realizadas nas organizações são permeadas pela incerteza. Um dos grandes motivos se dá pelo ambiente em que vivemos, totalmente mutável, que faz com que cada vez mais os decisores tenham menas certeza do que virá no futuro. E isso já podemos ver atualmente com a presença de crises, desaparecimento de grandes corporações, aparecimento de novas, transferência do poder no mercado de forma rápida, ou seja, nada mais está parado no mundo dos negócios, tudo está interligado.

Se formos definir o que é pesquisa mercadológica, poderíamos dizer que ela ajuda a colher dados, que podem futuramente se transformar em informações, que por sua vez podem auxiliar a tomada de decisão no mercado.Tendo boas informações sobre o mercado, a organização consegue reduzir um aspecto que a ronda a todo momento: RISCO. Interpretando bem a realidade do mercado, é possível que a empresa corra menos risco relativo às variáveis que a influenciam.

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E como montar uma pesquisa mercadológica? É o que vamos ver nos próximos posts. Não deixem de nos acompanhar e comentar. Sua opinião é muito valiosa e o blog também é seu. O conhecimento só se constrói quando você participa.

Até a próxima semana!

Erick Pereira – Criativos do Marketing

 

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Advergames – publicidade eletrônica e mind share

25/10/2009 · 1 Comentário

O jovem busca informação procura ficar “antenado” e as informações adquiridas de maneira voluntária ou não acabam entrando em sua casa. E é claro esse mesmo jovem no intervalo de seus afazeres procura a diversão e por muitas vezes a encontra em meios eletrônicos seja televisão, rádio, internet ou games, e sem dúvida a melhor forma de encontra-los é interagindo com esse meio, através das propagandas eletrônicas, que para os três primeiros meios não são novidade, porém, quando abordamos a propaganda em games ou advergames, falamos de algo novo em um mercado cada vez maior e cheio de mistérios.

A mídia investida em games é ilimitada com total interação do usuário que através de um personagem virtual pode fazer o que quiser, isso traz para nós profissionais de marketing uma cartada final, a isca certa para levar ao nosso alvo o que ele mais precisa!

Como gamer, posso afirmar que a interação traz uma maior absorção dos fatos e o mesmo acontecerá com a propaganda principalmente se colocada no caminho do game, e podem acreditar muitos desenvolvedores adorariam essa parceria, e o investimento que ela pode trazer.

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É claro que o gigante dos refrigerantes saiu na frente, não investindo diretamente na propaganda dentro do game, mas sim usando a plataforma dele, fazendo propaganda para ambos, foi o caso com o jogo GTA e Word of Warcraft, os dois jogos possuem fama mundial, uma das vantagens de anunciar dentro de um game é que mesmo com a pirataria sua propaganda vai se estender afinal independe do lucro do desenvolvedor. Tudo isso facilita a absorção da marca na mente de jovens, aumentando o mind share e consequentemente o aumento das vendas neste segmento no futuro.

Jonathan Fernandes

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Necessidades x desejos – a guerra entre o anjinho e o diabinho na sua mente.

26/09/2009 · 4 Comentários

Por que algumas pessoas compram uma calça de R$ 90,00 e outras compram uma calça de R$ 800,00? A marca poderia ser uma das respostas corretas. Mas como no marketing, nem sempre 1 + 1 = 2, temos algo que acontece na sua mente e você nem percebe às vezes: briga entre o anjinho (necessidade) x o diabinho (desejos). Algumas vezes compramos apenas o necessário; outras vezes vamos muito além e acabamos por comprar algo coisas que nem sempre são necessárias, apenas para atender ao ego ou à vontade de se sentir bem.

anjo e diabinho

Quando falamos sobre necessidades e desejos, adentramos em um mundo novo, com poucos pareceres críticos que o fundamentam, tanto o desejo quanto a necessidade são avaliados de maneira diferente, conforme o grupo ou individuo. Algo extremamente necessário para sua necessidade pode ser fútil ou irrelevante para outra, o mesmo ocorre com o desejo, este varia de acordo com as influências recebidas do ambiente e a percepção de cada uma delas ao individuo.

O conceito de auto-realização muda de pessoa para pessoa. Por exemplo, para mim pode ser extremamente importante ser diretor de uma grande empresa. Para outros profissionais isso não seria o mais importante, pois a sua auto-realização seria ter um bom salário onde ele pudesse sustentar sua família a poder passar tempo de qualidade com ela. É por isso que é tão importante se conhecer o cliente também na hora de atendê-lo: saber quais necessidades/desejos atender aumenta muito mais as chances de se vender um produto a ele. Saber realmente o que o cliente entende como valor favorece o seu retorno à empresa para futuras compras.

Para entendermos um pouco mais sobre as necessidades humanas, vamos seguir a linha do pensamento de um grande sábio na área, Abraham Maslow.

“Um músico deve compor, um artista deve pintar, um poeta deve escrever, caso pretendam deixar seu coração em paz. O que um homem pode ser, ele deve ser. A essa necessidade podemos dar o nome de auto-realização.” Abraham Harold Maslow (1908 – 1970).

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Maslow propôs ao mundo a hierarquia de necessidades, tendo por objetivo principal a auto-realização, para melhor compreensão ele dividiu as necessidades em uma espécie de pirâmide, que deve ser conhecida por todos da nossa área, onde temos: Quanto mais para cima na pirâmide, mais trabalhamos nossos desejos, quanto mais na base, trabalhamos as necessidades. Profissionais de marketing estimulam o target tentando fazer com que o desejo se torne uma necessidade, fazendo com que o cliente gaste mais e aumentando as chances de se ter uma campanha bem sucedida.

E na sua mente? Na briga do anjinho x diabinho, quem vence?

Desenvolvido por Jonathan M. Fernandes (acadêmico 8a. fase do curso de Administração com ênfase em Marketing – UNIDAVI Taió) e Prof. Erick Pereira (Mestrando em Administração pela UNIVAI – Biguaçú).

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Are you in or out?

10/09/2009 · 3 Comentários

Devemos pensar quando é hora de pensar em nós para deixarmos de agradar os outros...

Devemos avaliar quando é hora de pensar em nós e deixarmos de agradar os outros em certas situações...

Quando pensamos em comportamento do consumidor, podemos que como a sociedade influencia as pessoas quanto aos seus padrões de compra. Podemos ver isso no dia a dia onde podemos ver pessoas que estão “in”, ou seja, atendendo a um padrão ou tendência; e pessoas “out’, totalmente fora dos padrões comuns de consumo…vamos aos exemplos:

Roupas: dependendo da época, você pode estar in ou out. Por exemplo: a moda influencia muito o padrão in/out do consumidor. Calças xadrez foram moda nos anos 80, desaparecerem nos anos 90, até voltarem ano passado e lentamente sairem do mercado… agora uma pergunta: será que é realmente legal uma pessoa que gosta de usar calça xadrez deixar de usá-la quando não estar na moda, simplesmente porque se tornará uma pessoa “out” frente às outras pessoas de seu círculo de amizade? Interessante isso…

Celulares: Se você tem blackberry, bluetooth e está online, você está in. Se você possui telefone com toques polifônicos, sem “gadgets” e penduricalhos, ou ainda aparelho de “tamanho grande”, sinto muito, você está out.

Carros: Ter o carro “top” na cidade e mostrar a todos que você pode pisar na cabeça dos outros, é considerado in. Ter um carro velho ou usado que te leve aos locais que você necessita é totalmente out.

Quem ganha com isso?

Quem perde com isso?

Uma coisa é verdadeira. Transformamos nosso mundo em um lugar onde “ter” é melhor que “ser”. As pessoas avaliam você pelo que voce tem. Isso pode ser visto em vários locais onde o cliente chega com o carro importado ou a roupa de marca cara e é muito bem atendido. O cliente que chega com carro e roupas populares tem tratamento “diferenciado”… o pior disso: o cliente do carro importado pode estar devendo o carro e ter contas em atraso, tudo para manter a “imagem”; e o cliente do carrinho 1.0, o “popular” já pagou seu carro e paga suas contas em dia.

É hora de parar de pensar no que temos, e nos preocupar com o que somos…

Um abraço a todos!

Erick Pereira

Criativos do Marketing.

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O Marketing e as novas Tecnologias Educacionais

02/09/2009 · Deixe um comentário

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Há alguns anos vemos um processo de evolução tecnológica englobando a maneira em que alunos são educados em nosso país. Vemos escolas adquirindo computadores, sistemas eficazes de educação através de ferramentas informatizadas como datapédias, acesso a internet, jogos educacionais entre outros. Isso mostra que ainda existe um grande mercado por ser atendido, uma vez que estamos em um país atrasado quando comparado a outros subdesenvolvidos tecnologicamente.

A oportunidade de marketing neste sentido é muito grande, se analisarmos no segmento educacional o monopólio de algumas empresas e um vasto mercado a ser atendido.

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A demanda para softwares educativos é alta, tanto para escolas particulares quanto estaduais ou municipais, porém dificilmente encontramos produtos bons e baratos para o ramo. O desenvolvimento desses softwares gera baixo custo, pois não é necessário o uso de uma linguagem de programação muito estável e elementos simples como o flash pode saciar a sede do público e melhorar a capacidade de raciocínio dos alunos pelo fato de instigar o mesmo à interagir com o assunto. Além disso, a interatividade é uma forma simples e prática de se aprender algo. Basta vermos a evolução da internet nos últimos anos e analisar como interagimos com o conteúdo on-line. Ou seja, a tecnologia está a favor do processo de ensino-aprendizagem, só faltando mesmo uma política voltada para a implementação maciça desta tecnologia a todos os alunos.

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Outra questão que se deve focar com muita clareza se refere à qualificação dos profissionais que irão lidar com estas novas tecnologias. Não adianta possuir um profissional em sala de aula que não tenha controle pleno sobre estas novas ferramentas. Quadros interativos, tele e videoconferências, acesso à internet em sala de aula, utilização de multimídias para tornar as aulas mais divertidas e interessantes são ferramentas inúteis quando se tem um profissional que não domina estas técnicas. Quem perde? Alunos, professores e instituição, uns mais e outros menos…

Redigido por: Jonathan M. Fernandes

Acadêmico da 8ª fase do Curso de Administração com ênfase em Marketing da UNIDAVI – Campus Taió – SC

Adaptado por: Prof. Erick William Pereira

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Marca: o poder, a força e o mind share.

20/08/2009 · 4 Comentários

Marca. Um atributo ligado à representação de um produto, serviço, organização, entidade, que pode representar na mente do consumidor se algo é bom ou não, se possui ou não qualidade, entre várias outras percepções.

Quando falamos em marcas, podemos dizer que o processo de construção de uma marca não é uma coisa que acontece do dia para a noite. É um processo lento, que requer empenho e investimento, e até algumas vezes todo este esforço não surte o efeito desejado, fazendo com que o consumidor não tenha a percepção da marca conforme o planejado pela empresa. E marca tem tudo a ver com uma coisa que estudamos muito dentro do marketing: posicionamento.

Posicionar um produto é trabalhar estratégias para fazer com que o mesmo seja percebido de alguma forma pelo mercado consumidor. Um produto “caro” ou “voltado à elite” é percebido desta maneira devido às estratégias de posicionamento, seja pelo preço, seja por localização, seja pela segmentação. Desta forma, eu posso “entender” (visualizar/perceber) quais produtos/serviços são voltados à minha realidade (classe social/renda/facilidade de acesso e formas de pagamento) de acordo com a forma que a marca e outros atributos deste produto/serviço são trabalhados no mercado.

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Uma marca tem o poder de influenciar as pessoas em uma compra? Definitivamente sim. A marca é um dos ativos intangíveis de diversas empresas e isto tem muito peso quando falamos em referência. Existem marcas que são tão fortes que se tornam referências, mesclando-se até com o produto! Pode-se citar alguns exemplos como o Bom Bril (palhas de aço) e OMO (sabão em pó).

A força de uma marca também pode romper as fronteiras inimagináveis do tempo. Basta observar que muita gente quando é perguntada em pesquisas Top of mind, sobre qual marca de creme dental vem imediatamente à mente, muitos citam a marca Kolynos (descontinuada nos anos 90 com a compra pela Kolgate-Palmolive), atualmente marca Sorriso.

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Por fim, uma marca bem trabalhada ganha espaço em sua mente (mind share) e na necessidade de compra de um produto/serviço, seu cérebro estará influenciando você silenciosamente a tomar partido pela marca que ocupa maior espaço na sua cabeça. Por isso muitas vezes temos preferência por um tipo de produto/serviço ao invés de outros.

O mais importante é saber trabalhar a marca no mercado. Uma situação ruim pode colocar um trabalho feito há anos em cima de uma marca ir por água abaixo. É o famoso ato de “queimar a marca”. Fazendo isso, consequentemente a imagem da empresa também é afetada e isso gera menas vendas, reduzindo o resultado esperado pela organização.

Espero que tenham gostado! Comentem! Façam sua parte na construção do conhecimento!

Um abraço!

Prof. Erick Pereira

Criativos do Marketing.

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Marketing “por direito”

07/08/2009 · 4 Comentários

O escorrer das areias do tempo comprovou que não há nada mais eficaz que uma boa estratégia de Marketing. Vender, vender, vender, assim surgiu a era do consumismo onde o lucro prevalecia ao topo das grandes organizações. Hoje a lucratividade encontra-se ameaçada por algo que para todos foi uma surpresa, a alta competitividade do mercado, que mesmo com tantos avisos, “até mesmo de Napoleão Bonaparte¹”, mostrou que não estávamos preparados e nos deparamos com produtos com preço reduzido e altamente competitivo, invadindo nossas praças e a casa de nossos clientes.

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Não restou mais nada além de buscar um diferencial como forma de se defender da invasão dos produtos com preço muito reduzido, ou ainda tentar de alguma forma agregar valor ao nosso produto, o qual nem sempre pode ter seu preço reduzido devido aos altos impostos e insumos produtivos relativamente caros. E quando tocamos o fundo do poço, o mundo deu uma grande volta, e o cliente que antes queria apenas preço não quer só isso, ele quer muito mais. Os horizontes apontaram para algo antigo que ficou há muito escondido: a fidelidade, um relacionamento aparentemente íntimo entre “marca, atendimento e cliente”.

Se eu fosse um pouco mais velho poderia dizer: – Lembram do tio Osni que tinha a vendinha na esquina e sabia o nome de todo mundo, o que gostavam, para que time torciam? Pois é, peguei muito pouco dessa maravilhosa época, e é claro o movimento aumentou, as cidades globalizaram-se e hoje precisamos de muito mais que isso. Precisamos de sistemas integrados a um bom atendimento visando ao máximo conhecer o cliente e oferecer nossos produtos e serviços voltados à satisfação do cliente, procurando sempre trazê-lo para nosso lado, evitando perdas financeiras e quedas no faturamento, além de lucrar com o diferencial…

O ser humano está caminhando para o perfil cosmopolita e precisa consumir, comprar, experimentar. E com a mudança no perfil de nossa sociedade atual, é necessário fazer com que estes bens cheguem às mãos destes consumidores, utilizando todas as ferramentas possíveis do marketing, para causar uma boa impressão e uma boa experiência na utilização deste bem. Cabe ao profissional de marketing saber explorar cada cantinho dessa pessoalidade cosmopolita. O mundo não gira mais em torno do lucro e da organização, gira em torno da fidelidade e da repetição de compra. É isso que gera a sustentabilidade e a longevidade empresarial.

“¹ Napoleão em sua invasão ao Rússia espionou a China e disse: – O mundo vai tremer quando este gigante levantar”

Jonathan M. Fernandes

Acadêmico da 8a. fase do curso de Administração com ênfase em Marketing – UNIDAVI (Taió)

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Mídias polêmicas

22/07/2009 · 4 Comentários

Olá pessoal, de volta com um post bem interessante sobre mídias de alto impacto. No Brasil não estamos acostumados com mídias de forte impacto (a não ser as propagandas no verso dos cigarros, a qual ao meu ver, todo mundo tira sarro), e acho que este tipo de mídia com forte impacto pode sim ajudar e muito na luta por uma causa.

Será que não seria a hora de realmente usar a mídia ao favor das causas importantes quando falamos em prevenção de acidentes de trânsito, campanhas de combate ao fumo e álcool ou ainda as famosas “engraçadas” que vemos pelo uso da camisinha durante o carnaval?

Este tipo de propaganda acima é muito interessante pelo fato de chocar. Este é o objetivo, se a propaganda nos faz refletir sobre alguma idéia, com certeza terá um impacto com um resultado positivo em quem a assiste.

Estes são apenas alguns exemplos de como deveríamos utilizar a mídia a nosso favor e acabamos não utilizando. Não que a idéia de criar propagandas com humor não dêem resultados, mas a idéia de “punição” por ter feito algo errado é muito mais forte do que a idéia de que se vc fez algo errado, se torna motivo de risada e piadinha dos outros…

Mais alguns exemplos abaixo:

Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o assunto.

Abraço a todos!

Erick Pereira

Criativos do Marketing.

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Relacionamento profissional

26/06/2009 · 3 Comentários

Olá pessoal, estamos de volta à ativa para escrever sobre uma coisa muito importante no nosso dia a dia empresarial  que muito não se dão conta: o relacionamento profissional.

Muitos se perguntam: por que tantas pessoas possuem conflitos nos locais de trabalho? Por que as pessoas não conseguem viver harmoniosamente em um ambiente comum?

Quando trabalhamos com pessoas, trabalhamos com uma série de características em que uma pessoa pode ter maior afinidade ou repulsão à outra. Essas características (ego, perfil emocional, ambição, postura, ética pessoal, entre outros) podem aflorar mais ou menos, dependendo das pessoas. Quando falamos no marketing que é necessário tratar os clientes da melhor forma possível, isso também se aplica dentro das empresas. Isso porque as pessoas são diferentes e estão alí por um motivo, com um objetivo, que pode muito bem ser diferente do seu. Respeitar as diferenas, ritmo e capacidade de cada um é essencial, não adianta cobrar mais do que uma pessoa pode render, pessoas não são máquinas…

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Ainda podemos citar a educação e a paciência, que deveriam ser obrigação e hoje podem ser vistos como virtude de poucos. Antes de criticar alguém por alguma coisa, faça uma reflexão para denro de você e veja em que aspecto você pode melhorar. Isso com certeza vai lhe mostrar que você não é perfeito no que faz. Lembre-se, para quem é o melhor atualmente em alguma área, uma hora o reinado acabará…outro virá em seu lugar. Ninguém é insubstituível.

E vocês, tem pensado bastante antes de criticar alguém?

Abraço a todos e agradeço a paciência por terem aguardado a volta do blog.

Erick Pereira – Criativos do Marketing

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Reformulação do blog

24/06/2009 · Deixe um comentário

Olá pessoal, passando para avisar que em breve teremos reformulação de nosso blog. Consegui atualizar o cadastro no Yahoo Posts!, o que vai gerar um maior número de comentários.

Devido ao mestrado está bem complicado postar, mas daqui a 2 semanas as coisas acalmam e aí vamos voltar à nossa programação normal de postagens. Agradeço as visitas e comentários de todos.
Um abraço!

Erick Pereira

Criativos do Marketing

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