Estamos de volta!

•02/04/2010 • Deixe um comentário

Olá pessoal! Após um tempo sumido por causa do mestrado, estamos de volta à ativa. Gostaria de desejar uma ótima páscoa a todos, que seja repleta de alegria seja em família ou com os amigos.

Próxima semana teremos novo post sobre pesquisa mercadológica, com informações fresquinhas.

Estamos abertos à sugestões e agora também tirar dúvidas sobre marketing.

Abraço a todos!

Erick William Pereira

Criativos do Marketing

Pesquisa Mercadológica II – Montagem trabalhosa, resultados garantidos.

•28/11/2009 • 1 Comentário

Olá pessoal, estamos de volta com a segunda parte sobre a pesquisa mercadológica. Hoje vamos ver a parte de montagem de uma pesquisa, quais os passos e erros mais comuns cometidos por quem realiza pesquisas.

A pesquisa deverá responder às seguintes questões fundamentais:
Quem? (descreve o consumidor)
Qual? (mostra quais produtos ou serviços atendem às necessidades)
Onde? (indica em que local o consumidor faz suas compras)
Quando? (define o período/horário de compra e recompra – sazonalidade)
Quanto? (aponta a quantidade adquirida, qual o formato e acondicionamento)
Como? (revela que utilização é feita do produto ou serviço)
(COBRA, 1992).

Alguns passos são fundamentais para se conseguir fazer um bom planejamento de pesquisa. São eles:

1 – Definir o problema da pesquisa.

2 – Planejar a pesquisa (definir fonte de dados, metodologia, amostragem, tipo de questionário…).

3 – Coleta de dados (trabalho de campo).

4 – Análise e interpretação dos dados (tabulação e processamento).

5 – Resultados (análises e apresentações).

E onde conseguir estes dados? Podemos começar por dados secundários (já coletados por outras fontes e tabulados). Exemplos que podem ser citados aqui: jornais, periódicos, revistas, relatórios do governo, anais de congressos, livros, etc…

E os dados primários? São aqueles coletados pelo pesquisador. Estes dados são coletados na fonte, diretamente onde queremos obter dados que sejam úteis ao entendimento do problema que estamos tentando resolver. Estes dados podem ser coletados por observação (do consumidor, da concorrência) ou por entrevistas.

Existem várias classificações para pesquisas de mercado. BOYD e WESTFALL (1978) apresentam suas classificações:
Pesquisa de oportunidade de venda
Pesquisa de produto
Pesquisa de mercado

Já LAKATOS e MARCONI, 1992 dividem as pesquisas em:
Pesquisa exploratória (procura descobrir novas relações)
Pesquisa descritiva (destina-se a descrever as características de uma determinada situação)
Pesquisa experimental (destina-se a testar hipóteses específicas, isto é, testar idéias-tentativas de relações).

Existem vários outros autores que possuem diversas definições dos tipos de pesquisa, mas em muito se parecem, dependendo assim do pesquisador a definição de selecionar a mais adequada a resolver seu problema de pesquisa.

Um fato muito importante de se lembrar é que a pesquisa de mercado é como uma fotografia do ambiente. Quanto mais tempo se passa, mais o ambiente muda. Hoje em dia sabemos que as mudanças são velozes e profundas. Manter a pesquisa na gaveta para posterior análise seria uma falha muito grave para a organização.

As pesquisas podem se dividir entre qualitativas e quantitativas, sendo as características mais comuns:

Qualitativas:

Maior profundidade que as quantitativas.

Preocupam-se com o significado e não com os números

Amostras pequenas

Baixa confiabilidade

Quantitativa:

Amostras maiores

Uso de questionários com opções de resposta

Resultados quantificáveis

Uso de entrevista pessoal muito comum, mas também pode ser utilizada por e-mail, serviço postal e telefone.

Apresentação dos resultados em forma de gráficos e tabelas.

Pode-se utilizar softwares para ajudar na tabulação dos dados.

Por hoje é isso pessoal. No próximo post estaremos escrevendo sobre as técnicas de pesquisa mais comuns de ambos os tipos (qualitativas e quantitativas). Não deixem de nos acompanhar e comentar. Sua opinião é muito valiosa e o blog também é seu. O conhecimento só se constrói quando você participa.

Até a próxima semana!

Erick Pereira – Criativos do Marketing

 

Pesquisa mercadológica – investigação a serviço do sucesso!

•15/11/2009 • 2 Comentários

Olá pessoal! Desculpem a demora de 1 semana para postar mais informações mas o mestrado este mês está sendo pesado demais para minha pessoa. Alinhando isso ao fato de fim do ano ser sempre uma correria no trabalho, tá bem complicado sobrar tempo para escrever. Mas como não esqueço de vocês, vamos ao que interessa:

Pesquisa mercadológica: para que serve? Quem usa? Quem se beneficia? É fácil fazer? Como fazer?

São várias as perguntas de pessoas que entram em contato comigo a respeito do assunto, por isso vamos abordá-lo de forma simples e direta, se preciso, em mais de um post.

Se pararmos para analisar nosso dia a dia, realizamos pesquisas durante várias horas. Podemos pesquisar informações em um jornal on-line, vagas de emprego em um jornal impresso, escolher o melhor jornal para assistir na hora do almoço ou ainda pesquisar qual balada será a melhor na sexta feira. Fazemos pesquisa formal e informalmente, sendo a maneira informal a mais comum no nosso dia a dia.

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Se analisarmos a pesquisa mercadológica, a mesma possui algumas características muito importantes como a utilização de fatos reais e dados verificáveis, além de ser falível e por isso chegar a resultados quase exatos.

Na maioria das vezes, não temos como afirmar 100% de certeza em uma pesquisa mercadológica. Alguém arrisca dizer o por que?

Através da pesquisa mercadológica podemos obter uma série de informações importantes sobre o mercado, informações estas que podem auxiliar a “visualizar” um certo ambiente e também auxiliar na tomada de decisões por parte da gerência nas organizações. Vale dizer aqui que a pesquisa mercadológica pode ser realizada por pequenas, médias e grandes empresas, além de existir a possibilidade de se contratar empresas especializadas na realização de pesquisas.

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Sabemos que informação nos dias de hoje vale muito dinheiro e as empresas que não possuem informações sobre o mercado como um todo e seus componentes (mão de obra, matérias primas, consumidores, fornecedores, produtos concorrentes, etc…) podem estar correndo sério risco de estarem navegando rumo à incerteza. Uma empresa que não conhece onde está pisando pode ter desempenho menor que os concorrentes, sendo aos poucos excluída do mercado…

Transformar informação em conhecimento é um dos grandes desafios das empresas, e muitas das decisões realizadas nas organizações são permeadas pela incerteza. Um dos grandes motivos se dá pelo ambiente em que vivemos, totalmente mutável, que faz com que cada vez mais os decisores tenham menas certeza do que virá no futuro. E isso já podemos ver atualmente com a presença de crises, desaparecimento de grandes corporações, aparecimento de novas, transferência do poder no mercado de forma rápida, ou seja, nada mais está parado no mundo dos negócios, tudo está interligado.

Se formos definir o que é pesquisa mercadológica, poderíamos dizer que ela ajuda a colher dados, que podem futuramente se transformar em informações, que por sua vez podem auxiliar a tomada de decisão no mercado.Tendo boas informações sobre o mercado, a organização consegue reduzir um aspecto que a ronda a todo momento: RISCO. Interpretando bem a realidade do mercado, é possível que a empresa corra menos risco relativo às variáveis que a influenciam.

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E como montar uma pesquisa mercadológica? É o que vamos ver nos próximos posts. Não deixem de nos acompanhar e comentar. Sua opinião é muito valiosa e o blog também é seu. O conhecimento só se constrói quando você participa.

Até a próxima semana!

Erick Pereira – Criativos do Marketing

 

Advergames – publicidade eletrônica e mind share

•25/10/2009 • 1 Comentário

O jovem busca informação procura ficar “antenado” e as informações adquiridas de maneira voluntária ou não acabam entrando em sua casa. E é claro esse mesmo jovem no intervalo de seus afazeres procura a diversão e por muitas vezes a encontra em meios eletrônicos seja televisão, rádio, internet ou games, e sem dúvida a melhor forma de encontra-los é interagindo com esse meio, através das propagandas eletrônicas, que para os três primeiros meios não são novidade, porém, quando abordamos a propaganda em games ou advergames, falamos de algo novo em um mercado cada vez maior e cheio de mistérios.

A mídia investida em games é ilimitada com total interação do usuário que através de um personagem virtual pode fazer o que quiser, isso traz para nós profissionais de marketing uma cartada final, a isca certa para levar ao nosso alvo o que ele mais precisa!

Como gamer, posso afirmar que a interação traz uma maior absorção dos fatos e o mesmo acontecerá com a propaganda principalmente se colocada no caminho do game, e podem acreditar muitos desenvolvedores adorariam essa parceria, e o investimento que ela pode trazer.

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É claro que o gigante dos refrigerantes saiu na frente, não investindo diretamente na propaganda dentro do game, mas sim usando a plataforma dele, fazendo propaganda para ambos, foi o caso com o jogo GTA e Word of Warcraft, os dois jogos possuem fama mundial, uma das vantagens de anunciar dentro de um game é que mesmo com a pirataria sua propaganda vai se estender afinal independe do lucro do desenvolvedor. Tudo isso facilita a absorção da marca na mente de jovens, aumentando o mind share e consequentemente o aumento das vendas neste segmento no futuro.

Jonathan Fernandes

Necessidades x desejos – a guerra entre o anjinho e o diabinho na sua mente.

•26/09/2009 • 4 Comentários

Por que algumas pessoas compram uma calça de R$ 90,00 e outras compram uma calça de R$ 800,00? A marca poderia ser uma das respostas corretas. Mas como no marketing, nem sempre 1 + 1 = 2, temos algo que acontece na sua mente e você nem percebe às vezes: briga entre o anjinho (necessidade) x o diabinho (desejos). Algumas vezes compramos apenas o necessário; outras vezes vamos muito além e acabamos por comprar algo coisas que nem sempre são necessárias, apenas para atender ao ego ou à vontade de se sentir bem.

anjo e diabinho

Quando falamos sobre necessidades e desejos, adentramos em um mundo novo, com poucos pareceres críticos que o fundamentam, tanto o desejo quanto a necessidade são avaliados de maneira diferente, conforme o grupo ou individuo. Algo extremamente necessário para sua necessidade pode ser fútil ou irrelevante para outra, o mesmo ocorre com o desejo, este varia de acordo com as influências recebidas do ambiente e a percepção de cada uma delas ao individuo.

O conceito de auto-realização muda de pessoa para pessoa. Por exemplo, para mim pode ser extremamente importante ser diretor de uma grande empresa. Para outros profissionais isso não seria o mais importante, pois a sua auto-realização seria ter um bom salário onde ele pudesse sustentar sua família a poder passar tempo de qualidade com ela. É por isso que é tão importante se conhecer o cliente também na hora de atendê-lo: saber quais necessidades/desejos atender aumenta muito mais as chances de se vender um produto a ele. Saber realmente o que o cliente entende como valor favorece o seu retorno à empresa para futuras compras.

Para entendermos um pouco mais sobre as necessidades humanas, vamos seguir a linha do pensamento de um grande sábio na área, Abraham Maslow.

“Um músico deve compor, um artista deve pintar, um poeta deve escrever, caso pretendam deixar seu coração em paz. O que um homem pode ser, ele deve ser. A essa necessidade podemos dar o nome de auto-realização.” Abraham Harold Maslow (1908 – 1970).

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Maslow propôs ao mundo a hierarquia de necessidades, tendo por objetivo principal a auto-realização, para melhor compreensão ele dividiu as necessidades em uma espécie de pirâmide, que deve ser conhecida por todos da nossa área, onde temos: Quanto mais para cima na pirâmide, mais trabalhamos nossos desejos, quanto mais na base, trabalhamos as necessidades. Profissionais de marketing estimulam o target tentando fazer com que o desejo se torne uma necessidade, fazendo com que o cliente gaste mais e aumentando as chances de se ter uma campanha bem sucedida.

E na sua mente? Na briga do anjinho x diabinho, quem vence?

Desenvolvido por Jonathan M. Fernandes (acadêmico 8a. fase do curso de Administração com ênfase em Marketing – UNIDAVI Taió) e Prof. Erick Pereira (Mestrando em Administração pela UNIVAI – Biguaçú).

Are you in or out?

•10/09/2009 • 3 Comentários
Devemos pensar quando é hora de pensar em nós para deixarmos de agradar os outros...

Devemos avaliar quando é hora de pensar em nós e deixarmos de agradar os outros em certas situações...

Quando pensamos em comportamento do consumidor, podemos que como a sociedade influencia as pessoas quanto aos seus padrões de compra. Podemos ver isso no dia a dia onde podemos ver pessoas que estão “in”, ou seja, atendendo a um padrão ou tendência; e pessoas “out’, totalmente fora dos padrões comuns de consumo…vamos aos exemplos:

Roupas: dependendo da época, você pode estar in ou out. Por exemplo: a moda influencia muito o padrão in/out do consumidor. Calças xadrez foram moda nos anos 80, desaparecerem nos anos 90, até voltarem ano passado e lentamente sairem do mercado… agora uma pergunta: será que é realmente legal uma pessoa que gosta de usar calça xadrez deixar de usá-la quando não estar na moda, simplesmente porque se tornará uma pessoa “out” frente às outras pessoas de seu círculo de amizade? Interessante isso…

Celulares: Se você tem blackberry, bluetooth e está online, você está in. Se você possui telefone com toques polifônicos, sem “gadgets” e penduricalhos, ou ainda aparelho de “tamanho grande”, sinto muito, você está out.

Carros: Ter o carro “top” na cidade e mostrar a todos que você pode pisar na cabeça dos outros, é considerado in. Ter um carro velho ou usado que te leve aos locais que você necessita é totalmente out.

Quem ganha com isso?

Quem perde com isso?

Uma coisa é verdadeira. Transformamos nosso mundo em um lugar onde “ter” é melhor que “ser”. As pessoas avaliam você pelo que voce tem. Isso pode ser visto em vários locais onde o cliente chega com o carro importado ou a roupa de marca cara e é muito bem atendido. O cliente que chega com carro e roupas populares tem tratamento “diferenciado”… o pior disso: o cliente do carro importado pode estar devendo o carro e ter contas em atraso, tudo para manter a “imagem”; e o cliente do carrinho 1.0, o “popular” já pagou seu carro e paga suas contas em dia.

É hora de parar de pensar no que temos, e nos preocupar com o que somos…

Um abraço a todos!

Erick Pereira

Criativos do Marketing.

O Marketing e as novas Tecnologias Educacionais

•02/09/2009 • Deixe um comentário

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Há alguns anos vemos um processo de evolução tecnológica englobando a maneira em que alunos são educados em nosso país. Vemos escolas adquirindo computadores, sistemas eficazes de educação através de ferramentas informatizadas como datapédias, acesso a internet, jogos educacionais entre outros. Isso mostra que ainda existe um grande mercado por ser atendido, uma vez que estamos em um país atrasado quando comparado a outros subdesenvolvidos tecnologicamente.

A oportunidade de marketing neste sentido é muito grande, se analisarmos no segmento educacional o monopólio de algumas empresas e um vasto mercado a ser atendido.

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A demanda para softwares educativos é alta, tanto para escolas particulares quanto estaduais ou municipais, porém dificilmente encontramos produtos bons e baratos para o ramo. O desenvolvimento desses softwares gera baixo custo, pois não é necessário o uso de uma linguagem de programação muito estável e elementos simples como o flash pode saciar a sede do público e melhorar a capacidade de raciocínio dos alunos pelo fato de instigar o mesmo à interagir com o assunto. Além disso, a interatividade é uma forma simples e prática de se aprender algo. Basta vermos a evolução da internet nos últimos anos e analisar como interagimos com o conteúdo on-line. Ou seja, a tecnologia está a favor do processo de ensino-aprendizagem, só faltando mesmo uma política voltada para a implementação maciça desta tecnologia a todos os alunos.

3

Outra questão que se deve focar com muita clareza se refere à qualificação dos profissionais que irão lidar com estas novas tecnologias. Não adianta possuir um profissional em sala de aula que não tenha controle pleno sobre estas novas ferramentas. Quadros interativos, tele e videoconferências, acesso à internet em sala de aula, utilização de multimídias para tornar as aulas mais divertidas e interessantes são ferramentas inúteis quando se tem um profissional que não domina estas técnicas. Quem perde? Alunos, professores e instituição, uns mais e outros menos…

Redigido por: Jonathan M. Fernandes

Acadêmico da 8ª fase do Curso de Administração com ênfase em Marketing da UNIDAVI – Campus Taió – SC

Adaptado por: Prof. Erick William Pereira